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iPhone 18 Pro Max chega a R$ 12.999 com bateria de até 45 horas

por Redação
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iPhone 18 Pro Max bordô visto de frente e de costas.

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o iPhone 18 Pro Max, versão de tela maior da nova linha profissional. O aparelho combina o chip A20 Pro, câmera principal de 48 MP com abertura variável e uma bateria que, nas variantes somente com eSIM, chega a até 45 horas de reprodução de vídeo. No Brasil, o preço inicial oficial é de R$ 12.999; nos Estados Unidos, US$ 1.299.

Embora divida quase toda a plataforma com o iPhone 18 Pro, o Max tem um argumento próprio: autonomia. A Apple diz que este é o maior avanço de bateria já feito em um iPhone, resultado de uma célula maior, maior eficiência do chip e, em alguns mercados, uso do espaço antes ocupado pelo SIM físico.

Até 45 horas, mas com uma condição importante

O anúncio oficial da Apple informa até 45 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro Max exclusivamente eSIM. Em seu novo modelo de uso misto, a empresa estima até 30 horas por carga. Cinco minutos conectado ao carregador forneceriam energia para aproximadamente sete horas de vídeo.

Esses resultados são métricas de laboratório da fabricante, não uma previsão universal. Brilho, sinal de rede, câmera, jogos e processamento de IA podem reduzir a autonomia. Há ainda uma diferença relevante para o Brasil: o país não aparece na lista de mercados que receberão apenas a versão eSIM. Como parte do ganho de bateria vem do espaço liberado pela ausência da bandeja física, não é seguro afirmar que o modelo brasileiro repetirá as 45 horas sem uma especificação local detalhada.

Esse cuidado evita transformar o melhor número da apresentação em promessa para todas as unidades. O Canaltech também tratou a bateria como um dos diferenciais da geração, mas a comparação real com o iPhone 17 Pro Max depende de testes padronizados.

Câmera de 48 MP ganha controle físico da abertura

O sistema fotográfico é o mesmo do iPhone 18 Pro. A câmera principal Fusion de 48 MP usa seis lâminas para variar fisicamente a abertura. O celular pode ajustar o sistema sozinho ou permitir que a pessoa escolha entre quatro posições. A Apple mostrou f/1.48 para ambientes escuros, f/1.8 em retratos e f/4 quando é preciso manter mais elementos em foco.

Os novos controles Pro incluem abertura, velocidade do obturador, balanço de branco e histograma no aplicativo Câmera. Efeitos Cinematic passam a ser aplicados depois da gravação em vídeos de até 60 quadros por segundo, enquanto o time-lapse chega a 4K com Dolby Vision HDR.

O Apple Reference Image também estreia na linha. Quando o modo Reference é usado, o sensor assina os dados da captura e gera uma referência para comparação com versões editadas. Há APIs para aplicativos de terceiros e promessa de suporte futuro ao SynthID. A proposta pode ajudar a auditar alterações, mas vale apenas dentro desse fluxo específico e ainda precisará ser avaliada por organizações de mídia e especialistas em autenticidade digital.

A20 Pro busca manter o desempenho por mais tempo

Fabricado em 2 nanômetros, o A20 Pro reúne CPU de seis núcleos, GPU de sete núcleos e dois Neural Engines de 16 núcleos. A Apple fala em GPU até 40% mais rápida que a do A19 Pro, dobro da capacidade de IA e 50% mais largura de banda de memória.

O chip é conectado diretamente a uma câmara de vapor com área três vezes maior que a usada na geração anterior. A mudança promete até 40% mais desempenho sustentado, ponto importante em jogos, vídeo de alta resolução e cargas locais de IA. Como se trata de comparação da própria Apple, temperatura externa, capa e duração da tarefa continuam sendo variáveis relevantes.

Para conexão, o N1 adiciona Wi‑Fi 7, Bluetooth 6 e Thread. O modem C2 promete uploads mais rápidos e 15% menos consumo que o C1X. O mmWave anunciado está limitado aos Estados Unidos.

Siri AI chega depois e primeiro em inglês

O iPhone 18 Pro Max sai com iOS 27. A atualização do sistema será liberada em 14 de setembro. A Siri AI também começa em beta nessa data, mas inicialmente apenas para aparelhos configurados em inglês. O português está previsto para outubro, e alguns recursos podem variar por país.

A Apple informa ainda que funcionalidades de IA baseadas em servidores terão limites diários. Acesso ampliado será oferecido mediante pagamento no futuro. Por isso, “Siri AI” não deve ser tratada como um pacote uniforme e ilimitado já disponível no lançamento brasileiro.

Preço no Brasil e nos Estados Unidos

O iPhone 18 Pro Max terá 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB, nas cores preto, prateado, glacial e bordô. Na loja brasileira da Apple, o modelo de 6,9 polegadas com 256 GB custa R$ 12.999. Nos Estados Unidos, a configuração inicial parte de US$ 1.299.

Os dois números são preços oficiais de cada mercado, e não resultado de conversão cambial. A pré-venda começa em 12 de setembro e a chegada às lojas está marcada para 18 de setembro, inclusive no Brasil.

Na prática, o iPhone 18 Pro Max é a opção para quem prioriza tela e autonomia dentro da linha Pro. A câmera e o desempenho são praticamente compartilhados com o modelo menor; antes da compra, o ponto decisivo será confirmar a duração real da versão brasileira e avaliar se uma polegada adicional de tela e R$ 1.000 a mais justificam o tamanho maior.

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